Espadas Samurai (Katana)

Durante sete séculos os shoguns e samurais tiveram seu apogeu de lutas. Quando a expansão européia na Ásia se completou, por volta do século XIX, os samurais desapareceram, porém os ensinamentos de sua arte guerreira permanecem até hoje, principalmente a mística criada em torno de suas espadas.

 

As lâminas japonesas utilizadas pelos samurais são encontradas em 4 tipos básicos:

 

Tantô: Com 30 cm de comprimento, usada para trabalhos gerais, podendo até ser utilizada para a prática do harakiri (lenta e dolorosa forma de suicídio, onde o samurai cortava o ventre no sentido horizontal, da esquerda para a direita, quando sua honra estava irremediavelmente comprometida).

 

Wakizachi:  Pequena espada, geralmente com medida não inferior a 45 cm de comprimento. Na tradição religiosa e guerreira do samurai, esta lâmina era utilizada para a correção dos seus próprios defeitos, podendo ser também utilizada para o harakiri e somente sendo usada para a defesa de sua vida em último caso.

 

Kataná:  A verdadeira espada de combate, nunca com medida inferior a 60 cm de comprimento e entendida como aquela própria para a correção dos defeitos da comunidade onde vivia o samurai.

 

Tachi:  A mais longa, normalmente usada quando ele estaria próximo, ou se dirigia a, seu shogun. Usualmente sua lâmina deve ter um mínimo de 8 cm a mais do a katana, sendo a bainha caracterizada por ter dois anéis metálicos de sustentação, o que também possibilitava que fosse carregada nas costas.

A Cerejeira (Sakura), Que Remete Aos Samurais

A flor de cerejeira (sakura) é a flor símbolo do Japão. Originária da Ásia, floresce uma vez por ano e as flores duram apenas uma semana. Por isso, na cultura japonesa, era associada ao samurai - cuja vida era tão efêmera quanto da sua flor.

 

É também  símbolo de felicidade: é na época de seu florescimento que as crianças iniciam o ano escolar, e os recém formados saem em busca de trabalho.

 

O chá de pétalas de sakurá é utilizado em rituais como casamentos e ocasiões festivas. Na época de seu florescimento, são realizadas as festas chamadas de “hanami” (ver as flores), ao ar livre, debaixo das cerejeiras em flor

 

Estima-se que, no Japão, existam perto de 200 espécies de cerejeiras, com flores que vão do vermelho ao branco, passando pelo rosa e o pêssego.

Torii

Torii é um portal de madeira, normalmente pintado de vermelho, que sinaliza a entrada de um templo xintoísta. Originalmente, servia apenas como um simples portão das antigas cercas dos santuários, mas tornou-se um símbolo das práticas shinto e um popular ícone japonês.

 

O portal simboliza a separação e também a aproximação entre o mundo dos homens e o mundo dos Kami (aqueles que desgnam toda a sorte dos espíritos invisíveis e poderosos).  É considerado um Portal dos Deuses.  Segundo a cultura nipônica quem passar por baixo de um torii tem sorte e seus desejos realizados.

 

O torii do Santuário Itsukushima parece flutuar sobre as águas do Mar Interior. É considerado pelos japoneses como um dos três cenários mais bonitos do país. O torii neste caso simboliza a pureza da ilha de Miyajima, que é tida pelos japoneses como sagrada.

Daruma

Daruma é um famoso talismã da Sorte de origem japonesa, conhecido em todo mundo.

 

É um bonequinho arredondado, com o corpo vermelho, não possui pernas e nem braços. As suas pupilas estão sempre em branco, pois segundo a crença, somente desenha-se uma das pupilas quando é feito um desejo, e assim que o desejo é realizado a outra pupila é desenhada

 

Por tanto se você encontrar um desses bonequinhos com somente uma das pupilas pintadas, saiba que tem alguém aguardando um desejo a ser realizado

As Bonecas Tradicionais Japonesas

No Japão, as bonecas não são apenas brinquedos infantis, mas também símbolos da história e costumes do país.

 

Começaram a ser usadas no teatro Noh no ano 45 d.c, em homenagem  aos atores e personagens de maior destaque.  O mesmo ocorreu com o teatro Kabuki, quando bonecas foram criadas com os mínimos detalhes de vestimenta e maquiagem.

 

Inicialmente, eram muito simples, moldadas em palha ou papel e serviam para afastar epidemias e serem colocadas nas fronteiras das antigas aldeias.

 

Durante o fechamento do país para o mundo, no período Edo (1603-1868),  quando o  Japão desenvolveu uma cultura própria, eram vistas como amuleto para afastar pragas de plantações ou  garantir um bom parto. Foi então que surgiram as karakuri, bonecas que tocavam instrumentos e dançavam através de um sistema simples de cordas retorcidas, roldanas e fios.

 

Evoluindo, passaram a ser feitas de madeira, cerâmica, mármore e argila até tornarem-se mais sofisticadas,  tendo cabelos, belos quimonos e pele de porcelana.

 

Cada região do Japão tem seus tipos específicos. A mais famosa e antiga produtora de bonecas é a região de Kyoto onde existem ainda muitas bonecas famosas pelos trajes suntuosos.

 

A perfeição da confecção das bonecas levou ao uso de perucas feitas com fios de cabelo humano e à indumentária extremamente rica em detalhes.  A maioria é feita em porcelana e a cor dos olhos pode variar entre mais de 30 tonalidades. A palidez do rosto e o brilho da tez deve-sem ao gofun (tinta de conchas da ostra trituradas, misturadas com uma pasta de arroz e com nikawa - liquido à base de ossos e peles de animais).

Manekineko

o gato japonês da sorte

Você já deve ter visto por aí o desenho ou escultura de um gato com a patinha levantada, o manekineko, um dos talismãs mais conhecidos do Japão. Visto como símbolo de boa sorte, sua pata levantada acena para a prosperidade, enquanto a sua pata curvada acena para o sucesso nos negócios.

 

O gato um é animal sensitivo, que demonstra inquietude esfregando seu rosto na pata ao pressentir mudanças na sua rotina como, a chegada de uma pessoa ou aproximação de chuva. Isso fez com que muitas pessoas associassem a figura de um gato levantando a pata dianteira, como sinal de boa sorte e a chegada de boas mudanças.

 

Normalmente, usa uma coleira vermelha com um sino, símbolo de épocas passadas quando os gatos ainda eram animais caros e suas donas o enfeitavam com fitas vermelhas feitas com tecido nobre para agradá-los e pequenos sinos para serem vigiados. E, carregam também, uma moeda dourada que representa riqueza e prosperidade.

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